De acordo com novas pesquisas, o transporte e o aquecimento residencial poderiam ser responsáveis por uma maior contribuição do carbono negro no Ártico russo em comparação com a queima de gás ou usinas de energia.
O novo estudo publicado na revista Proceedings da Academia Nacional de Ciências indica que 35% do carbono negro no Ártico russo provém de fontes residenciais de aquecimento, 38% provêm de transportes, enquanto incêndios abertos, usinas e queima de gás são responsáveis de apenas 12%, 9% e 6%, respectivamente. Estas estimativas confirmam trabalhos anteriores para algumas áreas do Ártico Europeu, mas para a Sibéria, as conclusões diferem de pesquisas anteriores, que sugeriram que a contribuição da queima de gás era muito maior.
(imagem de carbono negro)
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Source: https://www.sciencedaily.com/releases/2017/02/170203101531.htm |